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Quinta-feira, 15 de Março de 2007

Verão Quente IV

A rede bombista, retirado de
http://dossiers.publico.pt/25novembro/artigos_relacionados/rede_bombista.html


"Foi só em Agosto de 1976 que os portugueses ficaram a conhecer os responsáveis por mais de 150 crimes de terrorismo. Era os homens da rede bombista. Que também tinham sido do MDLP, (...)"

“(...) só em Julho de 1975 ocorreram 86 acções de violência contra centros de trabalho e dirigentes do partido (NDR. do PCP). Em Agosto, foram contabilizados 153 assaltos, dos quais 55 com destruição dos centros de trabalho do PCP, 25 do MDP/CDE, 39 fogos-postos, 15 bombas e dezenas de agressões.”

“(...) este movimento se afirmava apenas no plano da luta política, ainda que admitindo o recurso à violência para resistir à influência do PCP (...)”

“(NDR. em 1976) Um relatório da Polícia Judiciária Militar regista 453 acções terroristas (...)”

” (...)depois da independência de Angola, em 11 de Novembro, o MDLP e todas as outras organizações de extrema-direita como o ELP, e os Codeco, receberam uma boa fornada de gente habilitada em matéria de bombas. (...)”

“(...) partir desse momento da independência de Angola que nasceram algumas das ligações mais perigosas de que há memória na história contemporânea de Portugal, entre esses operacionais (...) e dirigentes de partidos políticos. Ramiro Moreira, (...) desempenhou as funções de chefe da segurança pessoal de Sá Carneiro e do PPD. Vasco Montez, chefe dos Codeco, (...) colaborou na segurança do PS. José Esteves, Luís Ramalho (...), entre outros, também dos Codeco, foram seguranças no CDS. Um deles chegou mesmo a ser "motorista pessoal" de Freitas do Amaral, (...)”


Notas Soltas
retirado de http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?idCanal=0&id=200633

Embora oficialmente desmantelado pelo General Spinola, em Abril de 1976, os operacionais do MDLP continuaram as suas acções...

Antigos integrantes do MDLP em roda livre, só em 1976, segundo a Polícia Judiciária Militar, fizeram 453 acções terroristas.

Em Abril de 76 foi assassinado à bomba o padre Maximiano, candidato da UDP, em Vila Real.”

“Uma bomba matou dois diplomatas na embaixada de Cuba.”

“Em 1 de Maio, um carro armadilhado matou uma mulher, junto ao centro de trabalho do PCP, na Avenida da Liberdade, em Lisboa.

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Publicado por jpgn às 09:16
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